Quando a marca diz “olá!” | social branding | Sem comentários
Quando as relações se tornam tão impessoais a ponto de nós espantarmos com a humanidade atrás de um balcão.
Imagine o cenário: você vai ao supermercado, compra um produto, usa e sua satisfação é tanta que você tem vontade de dizer para a empresa como aquilo fez a diferença em sua vida. Num passe de mágica, a ela te responde em público, agradecendo o seu comentário e levando em consideração suas possÃveis sugestões - qual seria a sua percepção em relação a uma marca que dialoga com você?
Nos meus últimos dois meses a frente da minha empresa, o .marcamaria, aprendi a maior lição que a mÃdia social poderia ensinar: relacionar-se é necessário. Quem é consumidor tem a nÃtida noção de que as marcas estão em um olimpo - um kitnet de marfim - onde não temos uma troca ou atenção por parte daquela marca que gostamos, investimos e admiramos.
Quando a marca foca a sua atenção no seu fruidor, abre o diálogo e entende a aplica suas sugestões, abre-se uma porta sem precedentes para um relacionamento duradouro. Lembra-se que antigamente os donos dos mercadinhos locais conheciam seus clientes, seus filhos e hábitos? Eles faziam parte do nosso dia-a-dia, nos cativavam e éramos fieis em nossa relação.
Com a massificação do consumo, perdemos esse vÃnculo maternal. Hoje, no máximo podemos conhecer - assim meio que de vista - um atendente do caixa ou aquele cara atrás do balcão da padaria. Estamos em tal ponto da desumanização dos Pontos de Venda que responder a um comentário ou enviar um e-mail em resposta ou se lembrar do seu gosto, passou a se tornar um diferencial; como assim “interagir socialmente” virou um diferencial?!
Se as marcas querem sobreviver ao futuro, elas precisam descobrir que não são novos deuses - que a melhor razão custo X benefÃcio é olhar nos olhos daquele que te sustenta, dizendo um sincero “olá!”.
Pense azul,
.faso




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